O Ministério das Comunicações nega que a presidenta Dilma, quando candidata, tenha prometido fixar uma meta para a universalização da banda larga com fibras ópticas.
Acho que alguém lá no ministério não viu esse vídeo. Portanto vale relembrar o que disse a candidata à reeleição.
Ela deixou claro duas coisas: 1- a meta é cobrir o país em até 90% do território com fibras ópticas; 2 - e garantir uma velocidade média de 25Mbps. Assistam:
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Banco Central aditiva contrato sem licitação com a CPM Braxis
Saiu hoje no Diário Oficial da União o 5º aditivo ao contrato original (Contrato Deinf-51702/2012), que eleva o valor dos serviços de TI prestados ao Banco Central pela CPM Braxis - contratada em 2012 sem licitação - de R$ 9,9 milhões, para R$ 11,8 milhões.
* Enquanto isso, o Tribunal de Contas da União dorme em berço esplêndido e não informa à quantas anda o processo de investigação sobre a compra de parte do controle societário pela Caica Econômica Federal, que transformou essa subsidiária da multinacional francesa Capgemini em barriga de aluguel no Brasil.
* Enquanto isso, o Tribunal de Contas da União dorme em berço esplêndido e não informa à quantas anda o processo de investigação sobre a compra de parte do controle societário pela Caica Econômica Federal, que transformou essa subsidiária da multinacional francesa Capgemini em barriga de aluguel no Brasil.
Minicom esvazia promessa de Dilma
Na campanha pela reeleição, a presidenta Dilma Rousseff, fixou em 90% a meta de colocar fibra óptica na casa do usuário brasileiro.
Mas depois de eleita, deixa um subordinado do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, reduzir à metade essa meta, em audiência pública realizada hoje no Senado.
Afinal de contas foi só promessa de campanha, ou vamos assistir novamente mais um PNBTeles?
Sim, porque as empresas já querem nadar na isenção fiscal até 2018, alegando que assim poderão cumprir a meta de implantação da rede móvel na frequência de 700 MHz. Mas sempre deixam claro que não querem implantar rede de fibra óptica.
*Haja paciência para aguentar caô mais quatro anos.
Minicom reduz à metade a promessa de implantação de fibra óptica - Convergência Digital - Inclusão Digital
Mas depois de eleita, deixa um subordinado do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, reduzir à metade essa meta, em audiência pública realizada hoje no Senado.
Afinal de contas foi só promessa de campanha, ou vamos assistir novamente mais um PNBTeles?
Sim, porque as empresas já querem nadar na isenção fiscal até 2018, alegando que assim poderão cumprir a meta de implantação da rede móvel na frequência de 700 MHz. Mas sempre deixam claro que não querem implantar rede de fibra óptica.
*Haja paciência para aguentar caô mais quatro anos.
Minicom reduz à metade a promessa de implantação de fibra óptica - Convergência Digital - Inclusão Digital
Assumpção volta a ser lembrado para o Serpro
Já há rumores, nas entranhas do PT, de que o secretário-executivo do Ministério da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, voltou a articular, desta vez junto com o secretário-executivo Adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique de Oliveira, a exoneração do atual presidente do Serpro, Marcos Mazoni.
Para o lugar de Mazoni, Gabas e Dyogo tentam, segundo esses rumores, emplacar o nome do atual presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção.
*Não é a primeira vez que Assumpção é cotado para ocupar a presidência do Serpro, mas vira e mexe as "forças ocultas" acabam sempre melando essa manobra do padrinho Gabas. Será que agora vai?
Para o lugar de Mazoni, Gabas e Dyogo tentam, segundo esses rumores, emplacar o nome do atual presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção.
*Não é a primeira vez que Assumpção é cotado para ocupar a presidência do Serpro, mas vira e mexe as "forças ocultas" acabam sempre melando essa manobra do padrinho Gabas. Será que agora vai?
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Coerência política no DSIC é isso
O chefe do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Raphael Mandarino, aquele que certa vez, durante um evento que tratava sobre Segurança da Informação, disse que "todo hacker é bandido", aprontou novamente.
Desta vez foi no Facebook, antes da eleição de Dilma Rousseff, em tese, a sua "chefa":
Mandarino continuou sua pregação ao longo da votação e lamentou profundamente a eleição da "chefa", embora, como democrata que é, defenda o direito dela governar para "quem não trabalha:"
* Por favor, relevem o erro de concordância em relação ao "povo" "elegeram". Se Mandarino serviu nos últimos anos a um governo que ele considera "petralha" e não pediu as contas, não seria por causa da falta de concordância verbal que ela teria alguma coerência política, certo?
Desta vez foi no Facebook, antes da eleição de Dilma Rousseff, em tese, a sua "chefa":
Mandarino continuou sua pregação ao longo da votação e lamentou profundamente a eleição da "chefa", embora, como democrata que é, defenda o direito dela governar para "quem não trabalha:"
* Por favor, relevem o erro de concordância em relação ao "povo" "elegeram". Se Mandarino serviu nos últimos anos a um governo que ele considera "petralha" e não pediu as contas, não seria por causa da falta de concordância verbal que ela teria alguma coerência política, certo?
terça-feira, 21 de outubro de 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
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